quarta-feira, 28 de junho de 2017

As melhores séries e filmes de: JUNHO #2017

Como eu cérebro funciona: completamente obcecada vs. desinteressada.
Olá, pessoas cheirosas! Como vocês estão??

Mais um mês chega ao seu fim e com ele posso refletir sobre as séries, filmes e podcasts que tenho consumido. Eu assisti bastante coisa esse mês, inclusive assisti um anime!! Quem diria!! Prometo que não é o fim do mundo: é que minhas férias da faculdade começaram (emoji de óculos escuros).

FILMES

Assisti vários filmes esse mês, o que pode vir como uma surpresa, mas há uma explicação!

Eu faço Letras e, em Literatura Inglesa, meu professor passou três filmes inspirados em obras de Sheakspeare para estudarmos. Antes que alguém começe com o mimimi de "como assim vocês viram os filmes e não leram as peças!!!!" eu já adianto que Sheakspeare foi feito para ser assistido, não lido. Um dos filmes (Hamlet) ele passou mês passado e já falei dele.

All hail Macbeth, amirite?
Nesse mês assistimos Macbeth, a "peça maldita" de Sheakspeare. A história gira em torno de Macbeth, um soldado que ouve uma profecia dizendo que ele se tornaria rei um dia. Eis que ele pensa "por que esperar o rei atual morrer se eu posso MATÁ-LO e ser rei AGORA?". Ele e sua mulher orquestram um plano para matar o rei e, depois que tudo dá certo e Macbeth é coroado, a culpa começa a assombrá-lo. É uma peça bastante sombria, e eu gostei da história, apesar de ter preferido Hamlet.

   
Mercutio <3

Também assistimos a Romeu e Julieta. Todo mundo conhece a história dessa peça: Romeu e Julieta eram adolescentes de famílias inimigas que se apaixonam e fazem de tudo para ficar juntos, até que a história acaba com o suicídio de ambos. A questão é que o filme que eu assisti é uma versão muito absurda da peça. Se passa na atualidade (ou pelo menos na atualidade do filme, os anos 90), tem o Leonardo DiCaprio como Romeu e eu juro que o diretor deveria estar sob a influência de drogas pesadas. A história se passa nos anos 90 (imagine as roupas e os penteados) mas os atores usavam as linhas da peça ORIGINAL, em Inglês arcaico e rimando. Daí tinha o Mercutio, intrerpretado por um ator negro, todo vestido de gangster e com armas na cintura, recitando Sheaksper numa praia iluminada com luzes de neon. O filme é horrível mas eu adorei.

Resultado de imagem para a casa dos mortos filme
Mais um filme de terror found footage.
No fim de semana antes do dia dos namorados eu estava desesperada, estudando para as provas da faculdade + escrevendo o TCC + passando raiva por qualquer outra coisa e meu namorado apareceu em casa de surpresa para me ver (ele mora em outra cidade). Nessa noite eu pensei: eu namoro esse homem há um ano e meio e nunca vimos nenhum filme de terror juntos! Isso é inaceitável! Eis que então me direcionei ao Netflix e escolhi o filme A Casa dos Mortos. O filme começa quando um policial é chamado para investigar uma atividade estranha numa casa abandonada. Essa não é uma casa qualquer: mais de 20 anos atrás uma mulher, membro de um culto, assassinou várias pessoas e tirou a própria vida no mesmo local. O policial entra na casa e encontra vários corpos, além de um garoto vivo que ele acaba interrogando. Conforme o interrogatório se passa nós descobrimos coisas estranhas sobre o garoto, sobre os demais jovens na casa e sobre a casa em si. O filme até que teve uma premissa legal, mas a execução deixou a desejar (não foi muito assustador) e o final ficou muito mal explicado.





Também fui no cinema com meu namorado e uma amiga, a Bruna, para assistir Mulher Maravilha! Confesso que depois de ter duas semanas de provas bem nas duas primeiras semanas de estreia do filme eu achei que não conseguriia ir no cinema (veja, na minha cidade não tem cinema, tenho que ir na cidade vizinha pra ver filme), mas deu tudo certo! O filme conta a históiria da amazona Diana, que sai da Ilha das Amazonas para acabar com uma guerra que aflige o mundo dos homens e derrotar Ares, o deus da guerra. Eu adorei o filme, desde o plot até as cenas de ação. mas o final no estilo "poder do amor" deixou a desejar, na minha opinião.

ANIMES

Quando a aula acaba e você pode ir pra casa.
A segunda temporada de Shingeki no Kyojin (ou Attack on Titan, ou Ataque dos Titãs) começou a já acabou, com apenas 12 episódios. A nova temporada começa seguindo do ponto onde a primeira parou, com a titã fêmea sendo capturada e mais titãs abrindo buracos na muralha... ou será que não? O arco dessa segunda temporada gira em torno de nossos protagonistas lutando contra titãs que aparentemente não precisaram quebrar a muralha para estar ali. Eu amei tanto a segunda temporada que decidi baixar os mangás e ler para saber o que vai acontecer. Muitos segredos sobre a origem dos titãs e das muralhas foram revelados, mas muita coisa ainda está escondida. Espero que a próxima temporada não demore três anos para chegar!

SÉRIES

 

Chegamos ao fim de mais uma temporada de Brooklyn Nine-Nine. Esta é uma série sitcom que se passa numa delegacia de polícia, e os policiais são absurdamente engraçados e só se metem em roubadas (ba dum tssss). A série é divertida, mas acabou com um plot twit muito sombrio e eu não sei nem o que esperar da 5º temporada.

 
 
Essa mulher <3

Minha história com Outlander volta anos atrás, quando a série começou a ser exibida. Lembro de ter baixado os quatro primeiros episódios, visto tudo em um dia, amado e depois, por algum motivo misterioso, me esqueci completamente da série e nunca termieni de assistir. Isso faz, o que, uns três anos? Enfim, agora que a série está no Netflix eu assisti a primeira temporada na íntegra e AMEI, estou até pensando em colecionar os livros (pena que são caros de doer). A série conta a história de Claire Randall, uma enfermeira que está em sua segunda lua de mel após o fim da Segunda Guerra Mundial. Ela e seu marido são muito felizes e planejam formar uma família em breve, mas o fantasma da guerra e dos anos separados os assombra. Eis que Claire visita um monumento pagão e acaba viajando 200 anos no passado, indo parar no meio da revolução jacobita na Escócia. A série é incrível, com personagens muito bem desenvolvidas, precisão histórica e ritmo acelerado. Quero que a segunda temporada vá logo para o Netflix!

 
 

Outra série da Netflix que eu assisti esse mês foi a estreia Anne With an E. É uma série muito fofa, mas com uma das ecritoras de Breaking Bad como roteirista. A série conta a história de Anne Shiley, uma órfã com uma grande imaginação que é adotada por acidente pelos irmãos Cuthbert, que nunca se casaram e que queriam um menino para ajudá-los na fazenda. A série é curtinha e muito divertida, mas também é bastante sombria. Quero fazer um post especial sobre ela, mas, dentre as coisas que acontecem nessa série, temos: abandono/abuso de menor, mortes, incêndios, tentativa de suicídio, violência infantil, assalto, descrição de estupro etc. Eu gostei da série, mas acho que autora deveria ter deixado a vibe Breaking Bad de lado... Chorei em todos os episódios, e nem foi de emoção: foi de desespero mesmo.


 
 

Assisti também a terceira temporada de Unbreakable Kimmy Schmidt. Eu gosto dessa série, mas é tão absurda que às vezes me dá uma sensação estranha quando estou assistindo. É uma sitcom original da Netflix que conta a vida de Kimmy, uma mulher que foi sequestrada quando era adolescente e passou 15 anos vivendo num bunker com um cara louco líder de uma seita. Quando ela sai do bunker e vê o mundo mudado, sua vida se torna uma aventura. Ela acaba dividindo um apartamento com um cantor desempregado gay (Titus, o melhor personagem da série), paga aluguel para uma idosa meio amalucada que assassinou o marido, e trabalha para uma mulher rica que faz de tudo para manter as aparências. É uma série engraçada, mas às vezes os roteiristas vão longe demais na hora de criticar o movimento RADFEM e quase conseguem soar machistas. E eu falo isso como uma pessoa que é extremamente contra o RADFEM e sua conduta racista e transfóbica.

Fora isso estou no quarto episódio da nova temporada de Orange is the New Black (MEU DEUS É MUITA EMOÇÃO!), estou na metade de The Handmaid's Tale (série > livro) e acompanahndo semanalmente Orphan Black (a última temporada!).

PODCASTS

Resultado de imagem para the bright sessions

Já falei aqui de The Bright Sessions? É um podcast em inglês que acompanha a psicóloga Joan Bright em suas sessões com pacientes peculiares - eles tem superpoderes e, junto de Joan, aprendem a usá-los e controlá-los. É uma série muito fofa e heartwarming sobre pessoas aprendendo sobre si mesmas e crescendo individualmente, mas também há todo um plot emocionante do irmão de Joan, que é sequestrado por uma organização de cientistas por causa de seu poder especial. Recomendo altamente a todo mundo que queira uma história interessante e diferente!

Imagem relacionada
Cecil e Carlos <3
Por último (que post longo sem or) quero saber se você tem um tempo para falar sobre Nossa Senhora e Salvadora, THE ALMIGHTY GLOW CLOUD, ALL HAIL! Não, sério, o novo arco de Welcome to Night Vale chegou ao fim e foi fantástico! Várias maluquices da primeira temporada (nem sei em que temporada estamos, mas temos mais de 100 episódios!) foram retomadas e descobrimos mais coisas sobre nossa amada cidade, e sobre o Cecil, claro. Eu realmente amo WTNV e mal posso esperar pelo lançamento do novo livro deles, It Devours!, que aparentemente será focado no Carlos e seu cabelo perfeito.
______________________

É isso por hoje, pessoal! Foi um post longo e espero que tenham gostado!

Me contem, o que vocês tem assistido? O que acharam de Mulher Maravilha? Vocês conhecem alguém que tem um dedo a mais? Um beijo, e até o próximo post!

QUEM ESTÁ PRONTO????

terça-feira, 27 de junho de 2017

META DE LEITURA 2017 - Atualização de meio de ano


Oi galerinha cheirosa! Como vocês estão??

Hoje eu trago uma atualização do meio do ano da meta de leitura de 2017! Para quem não viu o vídeo/o post original, clique aqui!

Resumindo, a meta era dividida em duas partes: ler tudo o que não tinha lido em 2016 e reler mais livros! Um tempo atrás eu tive um mental breakdown por causa da meta e decidi manter a meta aberta (mais ou menos). Vamos ver como eu estou indo na meta?



01) Ler todos os livros não lidos ao final de 2016!

O Senhor dos Anéis O Egípcio Memórias de uma Gueixa Sherlock Holmes

Eu li 249 páginas de O Senhor dos Anéis até desistir do livro. Em breve irei postar um vídeo explicando em detalhes o por quê de eu ter abandonado a leitura (update: já postei! Clique aqui e assista!), mas resumidamente: muitas músicas, muita baboseira linguística e o Tolkien precisava de alguém que segurasse a mão dele e dissesse: "amigo, pare". Em notícias mais felizes, eu li o  maravilhoso O Egípcio (vídeo em breve!), uma espécie de Forrest Gump, se Forrest Gump morasse no Egito antigo e fosse um médico/espião. Li o hipnotizante Memórias de Uma Gueixa, que me fez viajar para o Japão da década de 20, e me adiantei e comecei a completar a meta de 2017 lendo Sherlock Holmes 4 em 2016 :v

Eragon Lavoura Arcaica House of Leaves

Também abandonei Eragon, dessa vez por causa da escrita infantilizada e dos clichês amontoados em clichês. Larguei Lavoura Arcaica por que sinceramente não entendi nada do livro apesar de ter lido mais da metade dele. Sério, o que tava acontecendo??? Apesar dessas decepções, li o incrível House of Leaves, que eu estava querendo ler a anos, e em breve farei um vídeo sobre ele também! É um livro de terror com uma casa que é maior por dentro do que por fora, um labirinto e seu minotauro e um protagonista perturbado ao quadrado.

O Nome do Vento O Temor do Sábio

Ainda esto lendo O Nome do Vento - confesso que estou AMANDO ABSURDAMENTE - e, por isso, ainda não comecei O Temor do Sábio. Se o segundo for tão bom quanto o primeiro essa série já vai se tornar uma das minhas favoritas da vida! Vou falar melhor disso num vídeo futuramente.

02) Reler livros!

A Terra das Sombras Crepúsculo

Eu reli os seis livros da série A Mediadora e aprendi minha lição - jamais lerei essa goiaba novamente. Sério, a Nath de onze anos gostava desses livros, mas a Nath de 20 anos vai morrer se tiver que ler mais alguma bobagem depreciativa sobre mulheres. Meu deus. Também reli Crepúsculo e acho que não era o momento certo de reler o livro, mas ainda gosto dele...

O Teorema KatherineAristóteles e Dante Descobrem os Segredos do Universo A Menina Submersa: Memórias

Em uma nota mais feliz eu reli o fofo O Teorema Katherine, que me fez ter vontade de sair em uma roadtrip e aprender vários idiomas - virtualmente já estou aprendendo vários idiomas, mas muito lentamente... Reli Aristóteles e Dante depois de emprestar o livro a um amigo e perceber, numa conversa com ele, que não me lembrava de quase nada da história. Reler foi maravilhoso. Por último reli A Menina Submersa e só quero reforçar que eu AMO ESSE LIVRO.

Clique nos links de cada livro acima para ler as resenhas que escrevi sobre eles.

RECAPTULANDO:
Faltam dois livros da meta, e já comecei a ler um deles! Abandonei vários mas sinceramente me recuso a me obrigar a ler livros. Sinceramente eram livros encostados na estante pelo simples motivo que os comprei por comprar, não por que queria ler, e dito e feito: não gostei de nenhum. Nota mental: nunca mais comprar livros só por comprar.

LIVROS LIDOS: 4
LIVROS ABANDONADOS: 6
LIVROS AINDA NÃO LIDOS: 2
RELIDOS: 10

É isso por hoje, pessoal! Até o fim do ano com a conclusão da meta e possivelmente uma meta realista para 2018. E aí, o que vocês tem lido? Já cumpriram a meta de leitura desse ano? Vocês gostam de quinoa?

Um beijo, e até o próximo post! õ/

Resultado de imagem para marshall eriksen gif

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Quando é a hora de abandonar um livro?



OLAR, pessoas impacientes! Como vocês estão?

Hoje eu trago para vocês um vídeo breve e singelo explicando o por que de eu ter abandonado a Leitura Coletiva de O Senhor dos Anéis e por que eu costumo abandonar tantos livros no geral, e também explico minha técnica para saber quando um livro simplesmente não funciona para você e quando é hora de aceitar que você deve seguir em frente com suas leituras.



Os links mencionados no vídeo:


Espero que gostem, não se esqueçam de se inscrever no canal e dar joinha nesse vídeo! (ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧

Imagem relacionada

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Mosquitolândia, de David Arnold

MosquitolândiaAutor: David Arnold
Título Original: Mosquitoland
Editora: Intrínseca
É bom?: ★★★4.5
Páginas: 352

Sinopse: 
“Meu nome é Mary Iris Malone, e eu não estou nada bem.” Após o inesperado divórcio dos pais, Mim Malone é arrastada de sua casa em Ohio para o árido Missis - sippi, onde passa a morar com o pai e a madrasta e a ser medicada contra a própria vontade. Porém, antes mesmo de a poeira da mudança baixar, ela descobre que a mãe está doente. Mim foge de sua nova vida e embarca em um ônibus com destino a seu verdadeiro lugar, o lar de sua mãe, e acaba encontrando alguns companheiros de viagem muito interessantes pelo caminho. Quando a jornada de mais de mil quilômetros toma rumos inesperados, ela precisa confrontar os próprios demô- nios e redefinir seus conceitos de amor, lealdade e sanidade. Com uma narrativa caleidoscópica e inesquecível, Mosquitolândia é uma odisseia contemporânea, uma história sobre as dificuldades do dia a dia e o que fazemos para enfrentá-las.


É difícil escrever uma resenha sobre um livro que gostamos, por que uma parte de nós não quer que ninguém mais o leia. Parece que, se alguém mais ler este livro, vai aprender algo sobre mim que eu não queria que ninguém mais soubesse, por isso cresce a vontade de impedir que qualquer outra pessoa tente se conectar com um livro que me tocou tão profundamente.

Esse livro foi diferente de tudo o que já li, ao mesmo tempo em que trazia estruturas que já me eram familiares de outros romances Young Adult. As personagens em Mosquitolândia são únicas à sua maneira, mesmo que se pareçam com outras de outras obras. O roteiro no estilo Road Trip é extremamente saturado, mas o autor utilizou o recurso de forma única e magistral. Já li dezenas de romances adolescentes sobre doenças mentais, sobre problemas familiares e sobre auto descoberta, mas esse livro não é igual a essa dezena de livros nesses assuntos.


E edição americana, com capa dura a jacket.
Mosquitolândia conta a história de Mim, apelido de Mary Iris Malone, uma garota que sempre viveu sob a sombra de uma psicose. Desde criança ela demonstra sofrer de alguns sintomas dessa doença, e seus pais sempre tentaram protegê-la dessa realidade, lhe levando para psicólogos, psiquiatras e lhe entupindo de remédios.

Mas nem todos os médicos e remédios do mundo poderiam ter preparado Mim para a separação dos pais, que de longe foi o momento mais chocante de sua vida. Sua mãe fica para trás, na cidade onde sua família morava, e Mim vai morar com o pai e sua madrasta muito mais jovem do outro lado do país. Mim não está lidando nada bem com este fato, até descobrir que sua mãe não está mais entrando em contato com ela por estar doente. Algo dentro de Mim a move, e ela rouba dinheiro de sua madrasta para pegar um ônibus que atravessará os EUA e que chegará em sua cidade natal no Dia do Trabalho, um dia importante para Mim e sua mãe.

Resultado de imagem para mosquitoland

O livro segue a trajetória de Mim na viajem de ônibus até sua mãe, bem como todas as aventuras engraçadas, tristes e perigosas que ela vive, desde um ônibus capotado, uma herança perdida e uma criança com síndrome do down da qual ela tem que cuidar por um tempo. Também temos as cartas que Mim escreve para Isabel, uma personagem interessante na história, mesmo que ausente. Nessas cartas sabemos mais sobre a mente de Mim, e sobre seu passado.

O livro é maravilhoso. É divertido e dramático na medida certa, e as últimas 50 páginas tem tantos plot twists maravilhosamente construídos que me senti num episódio de How to Get Away With Murder.

Amei esse livro, pretendo relê-lo no futuro, e recomendo esta leitura para todas as pessoas dispostas a se surpreender com um livro diferente e honesto sobre depressão e ansiedade.